Coluna de: FESP - FACULDADE DE ENGENHARIA SÃO PAULO - Faculdade

O atual modelo de ensino no Brasil não prepara os jovens para a vida, as escolas usam métodos atrasados e inadequados, há excesso de conteúdo, e pouco espaço para desenvolver habilidades que permitam a eles usar o conhecimento em atividades práticas. Segundo a pesquisa Projetos de Vida, feita pela Fundação Lemann, com o objetivo de contribuir para as discussões de reforma do currículo, é assim que o jovem vê o ensino básico no Brasil. O levantamento foi feito a partir de 126 entrevistas em profundidade com jovens com boas notas no Enem, que acabaram de entrar na faculdade, professores universitários, empregadores, especialistas e ONGs.
Quanto à formação acadêmica, a sociedade espera que os jovens saiam da faculdade, tendo desenvolvido uma série de habilidades e capazes de aplicar os conhecimentos aprendidos em situações reais, que é muito mais do que absorver uma série de conteúdos teóricos. Esse desenvolvimento de habilidades é visto como fundamental para professores universitários e empregadores. Medo de repreensão, falta de entendimento de instruções e dificuldades para se expressar são três das dificuldades vistas no jovem formado quando vai para a faculdade ou está em seu primeiro trabalho, de acordo com o levantamento. Na pesquisa, apareceu também, principalmente por parte de empregadores e professores, a demanda por habilidades socioemocionais, como foco, persistência, autonomia e curiosidade.
Da mesma forma que alguns colégios preparam o aluno para fazer o Enem e não para ver o mundo, transferindo, muitas vezes à universidade a responsabilidade de ensinar conteúdos fundamentais, muitas faculdades não preparam seus alunos para aplicarem os conteúdos aprendidos no dia-a-dia profissional, entretanto há exceções, como por exemplo com o que ocorre  na Faculdade de Engenharia São Paulo, onde esse novo modelo educacional, apontado como a solução para a problemática encontrada na pesquisa, já é tradição, nada melhor do que os próprios alunos para relatarem o que acontece em suas vidas acadêmica e profissional:
“Na outra faculdade eu não tinha nenhum contato com Elétrica ainda, e aqui já se começa a ter contato com Elétrica desde o 1º ano. Meu contato com Elétrica aqui vai desde o início até o final do curso. O pessoal do trabalho, a maioria dos meus chefes, se formaram aqui e muita gente do trabalho veio pra cá também, e, por saber que era uma boa faculdade, eu decidi vir junto, sair da Uninove, porque eu estava achando estranho não ter contato com Elétrica e ter muito 10 na minha nota (risos). Foi também pra ter um desafio, eu gosto de desafios. Valeu a pena ter vindo, melhorou muito o meu ensino! Aqui, com certeza, a faculdade te obriga mais. Te obriga a correr mais atrás, a estudar mais, a faculdade pega no pé. Tem muitos bons professores e isso ajuda. A faculdade me exigiu mais e as matérias também. Senti que quando eu converso com as pessoas que já se formaram ou já são engenheiros, eu consigo dialogar com eles mais tecnicamente e consigo entender melhor, por conta do que eu aprendo aqui. Aqui o comprometimento dos alunos é maior. O pessoal chega cedo na sala de aula. Na outra era diferente, o clima era leve o ano inteiro. Lá, no dia de prova, parecia que você estava indo pra uma festa! Aqui, em semana de prova, não tem nem lugar pra sentar na biblioteca.” (Rafael Fazza Henriques, 3º ano noturno de Engenharia Elétrica, transferente da Uninove, funcionário da área de Tecnologia de Esportes da TV Globo).
“Consegui aproveitar muita coisa do que eu estudei durante o curso na prática, porque todos os professores estão atuando no mercado, então eles não têm uma visão só acadêmica do assunto que eles estão dando. Eles são atualizados quanto à norma, eles são atualizados quanto ao que o mercado tem demandado, então eu sinto que os professores estão passando o que eles estão aplicando ali, no dia-a-dia deles no mercado. De estrutura e solos, principalmente, que é minha área de trabalho, consegui aplicar muita coisa, consegui trazer muita coisa para o que eu faço. A minha carreira foi me levando pra uma área mais científica, então, quando eu vim pra FESP, foi com essa intenção de que eu tivesse um estudo bem sólido mesmo. Foi indicação do meu pai, que foi professor da faculdade em 1981. Eu não ia conseguir entrar numa Usp porque eu ia ter que fazer cursinho de novo e o ensino da FESP tá no mesmo nível, tanto é que os professores são os mesmos. Normalmente, quando eu converso com alguém que já está no ramo há bastante tempo e se fala na FESP, todo mundo já conhece. O nome já tem toda essa reputação de uma faculdade tradicional. Agora, o pessoal novo, embora muitos não conheçam a faculdade, eu sinto que eles percebem que eu realmente entendo do que estou falando, inclusive alguns vêm me pedir ajuda com uma ou outra matéria porque eu gosto muito de ensinar, e os mais novos vêm me pedir ajuda graças ao que eu aprendi aqui. Eu sinto bastante facilidade quando eu vou conversar com um pessoal que tem um conhecimento mais profundo, eu consigo entender, argumentar, propor coisas. Claro que não veio fácil, eu tive que correr muito atrás pra conseguir aprender, mas não fosse a Fesp ser tão exigente com o aluno, eu não teria conquistado isso.” (Marcelo Valverde, bacharel em Ciência da Computação, formando do 5º ano de Engenharia Civil noturno, funcionário da PDI-Provas Dinâmicas e Instrumentação
 
Pizzaria Moraes

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