Coluna de: FESP - FACULDADE DE ENGENHARIA SÃO PAULO - Faculdade

A sociedade espera que os jovens saiam da faculdade, tendo desenvolvido uma série de habilidades e capazes de aplicar os conhecimentos aprendidos em situações reais, que é muito mais do que absorver uma série de conteúdos teóricos. Segundo uma pesquisa feita pela Fundação Lemann, chamada Projetos de Vida, feita a partir de 126 entrevistas em profundidade com jovens com boas notas no Enem, que acabaram de entrar na faculdade, professores universitários, empregadores e ongs, esse desenvolvimento de habilidades é visto como fundamental para o sucesso profissional do jovem formado.
De acordo com o levantamento, medo de repreensão, falta de entendimento de instruções e dificuldades para se expressar são três das dificuldades vistas no jovem formado quando vai para a faculdade ou está em seu primeiro trabalho.
Em linhas gerais, a pesquisa concluiu que o atual modelo de ensino no Brasil não prepara os jovens para a vida, porque desde o ensino fundamental, são usados  métodos atrasados e inadequados, com excesso de conteúdo e pouco espaço para desenvolver habilidades que permitam aos alunos usarem o conhecimento que adquirem teoricamente em atividades práticas. 
Da mesma forma que alguns colégios preparam o aluno para fazer o Enem e não para ver o mundo, transferindo, muitas vezes à universidade a responsabilidade de ensinar conteúdos fundamentais, muitas faculdades não preparam seus alunos para aplicarem os conteúdos aprendidos no dia-a-dia profissional, entretanto há exceções, como por exemplo com o que ocorre  na Faculdade de Engenharia São Paulo, onde esse novo modelo educacional, apontado como a solução para a problemática encontrada na pesquisa, já é tradição, nada melhor do que os próprios alunos para relatarem o que acontece em suas vidas acadêmica e profissional:
“Consegui aproveitar muita coisa do que eu estudei durante o curso na prática, porque todos os professores estão atuando no mercado, então eles não têm uma visão só acadêmica do assunto que eles estão dando. Eles são atualizados quanto à norma, eles são atualizados quanto ao que o mercado tem demandado, então eu sinto que os professores estão passando o que eles estão aplicando ali, no dia-a-dia deles no mercado. De estrutura e solos, principalmente, que é minha área de trabalho, consegui aplicar muita coisa, consegui trazer muita coisa para o que eu faço. A minha carreira foi me levando pra uma área mais científica, então, quando eu vim pra FESP, foi com essa intenção de que eu tivesse um estudo bem sólido mesmo. Foi indicação do meu pai, que foi professor da faculdade em 1981. Eu não ia conseguir entrar numa Usp porque eu ia ter que fazer cursinho de novo e o ensino da FESP tá no mesmo nível, tanto é que os professores são os mesmos. Normalmente, quando eu converso com alguém que já está no ramo há bastante tempo e se fala na FESP, todo mundo já conhece. O nome já tem toda essa reputação de uma faculdade tradicional. Agora, o pessoal novo, embora muitos não conheçam a faculdade, eu sinto que eles percebem que eu realmente entendo do que estou falando, inclusive alguns vêm me pedir ajuda com uma ou outra matéria porque eu gosto muito de ensinar, e os mais novos vêm me pedir ajuda graças ao que eu aprendi aqui. Eu sinto bastante facilidade quando eu vou conversar com um pessoal que tem um conhecimento mais profundo, eu consigo entender, argumentar, propor coisas. Claro que não veio fácil, eu tive que correr muito atrás pra conseguir aprender, mas não fosse a Fesp ser tão exigente com o aluno, eu não teria conquistado isso.”
(Marcelo Valverde, bacharel em Ciência da Computação, formando do 5º ano de Engenharia Civil noturno, funcionário da PDI-Provas Dinâmicas e Instrumentação) 
 
Fogo Bravon

TV Bixiga News

TV BIXIGA NEWS

Entrevistas, comerciais, notícias e acontecimentos do bairro...

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR

Fotos Históricas

Última Edição