Coluna de: Adriano Torres - MTB 0083917/SP - Entretenimento

ESTRÉIAS
Rowan Atkinson está de volta e agora seu inimigo será superar os desafios da tecnologia moderna para ter sucesso na sua nova missão, Johnny English Volta a Atacar. Eddie Brock vivido por Tom Hardy vem como o maior inimigo do homem aranha Venom. Um questionável acontecimento desde julho de 1969, o homem pisando na lua, Ryan Gosling vive Neil Armstrong como comandante da missão Apollo 11.
Chris Hemsworth não se cansa de estrear filmes fortes, agora como um líder de culto vai tentar guiar estranhos à redenção no filme “El Royale”. Frank Grillo e Bruce Willis se unem para encontrar e parar o assaltante de bancos em “Reprisal”. Também em Outubro teremos uma espécie de videografia de um dos maiores cineastas contemporâneos que vi, produções para tv, séries e cinema, o filme que leva seu nome vai contar parte de sua vida em “Bergman”. E o tema de terror vem bem representado com a volta de Jamie Lee Curtis em “Halloween”.
 
Foi em 18 de fevereiro de 1954 que surgiu o primogênito do casal Helen e Salvatore Travolta, sim, pelo sobrenome do pai já podem saber de quem estamos falando, John Joseph Travolta. Falar de um ator, produtor e escritor deste gabarito é uma dificuldade imensa para nós profissionais colunistas, trata-se de um conteúdo enorme para tão pouco espaço, mas, vou me ater aos detalhes do início de sua carreira, que foi quando ainda na adolescência Helen sua mãe o colocou em uma escola de teatro em Nova York onde Travolta iniciou em canto, atuação e dança.
Quando tinha 16 anos conseguiu seu primeiro trabalho profissional em um musical e acabou pegando gosto pela coisa, largando tudo e indo morar em definitivo em Nova York onde começou a ter trabalhos mais regulares em produções para televisão.
Estreou na Broadway com “Grease” quando tinha 18 anos, em seguida “Over Here”. Decidido a conquistar Hollywood se mudou para Los Angeles onde participou de alguns telefilmes e séries, mas em “Welcome Back, Kotter” onde interpretou um dos personagens principais o deixou conhecido do público americano.
Um dos ápices de sua carreira foi em 1977 quando foi o protagonista do inesquecível “Embalos de Sábado à Noite”, e se tornou marco quando veio um ano depois “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” com a grande parceira Olivia Newton-John, a parceria deu tanto certo que foi repetida em 1983 com Embalos a Dois, a boa fase durou até “Os Embalos de Sábado Continuam” voltando a interpretar Tony Manero, mas este não agradou muito a crítica deixando o longa com aspecto negativo, particularmente não compactuo com grande parte daquela crítica.
Talvez por conta desta crítica a carreira de Travolta teve um declínio, mas, em 1994 quando interpretou Vincent Vega que ao lado de Uma Thurman entrou para a história em “Pulp Fiction” – já falamos sobre este filme na edição em que contamos um pouco de Tarantino.
Dai em diante ele seguiu uma sequência emblemática de longas, os que mais gosto “A Última Ameaça”, “A Outra Face”, “Swordfish” e outros.
John Travolta mesmo sendo este iluminado ator e de um carisma fora do comum teve muitos altos e baixos, há aqueles que decretam que esse desnível na fama se deu por roteiros mal preparados e direções desastradas, nunca saberemos ao certo, claro não estávamos lá para averiguar.
Há uma lista enorme de trabalhos desempenhados por Travolta, dê uma pesquisada na internet para lista completa, e não poderia deixar de dizer, que a dança de John Travolta com Uma Thurman em Pulp Fiction é uma das mais famosas do cinema.

DICA DE CINEMA
Geralmente eu deixo uma dica de um filme clássico, porém, um filme me deixou bastante intrigado ultimamente, depois que assisti uma, duas, três vezes, e decidi deixar aqui para que vocês também apreciem, “Um Lugar Silencioso”, um dos aspectos interessantes é John Krasinski que escreveu, dirigiu e atuou no longa ao lado de Emily Blunt, Noah Jupe, Millicent Simmonds, Cade Woodward e Doris McCarthy, as críticas acentuam o filme como clichê pontuando apenas os aspectos comerciais, eu gostei muito principalmente a construção do filme, uma das coisas que me chamou a atenção foi logo de início a enorme importância da construção do áudio mesmo em sua total ausência, o fato da inclusão da deficiência auditiva da atriz Millicent em um filme que tem por base o silêncio foi bem sugestivo e deixou mais verdadeiro a atuação, assim como foi fantástico que toda a equipe afim de não deixar a atriz deslocada no set trataram de aos poucos aprender a língua dos sinais, enfim, cenas de tirar o fôlego, situações de extrema tensão, com certeza eu recomendo.
 
Quer pedir a crítica de seu filme favorito mande um email para contato@adrianotorresproducoes.com.br
 
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