Coluna de: FESP - FACULDADE DE ENGENHARIA SÃO PAULO - Faculdade

O que mais auxilia na formação dos alunos numa faculdade, que vai prepará-los para construírem uma carreira de sucesso é a oportunidade de se ter aulas com professores que têm muita experiência prática sobre aquilo que ensinam. 
A sociedade já percebeu que não vale a pena investir numa graduação que não vai formar o profissional sem o conhecimento prático, que só pode ser dado por quem já percorreu o caminho da profissão. Em outras palavras, as empresas e os profissionais já perceberam que não adianta nem empregar, nem investir numa formação em uma faculdade que não possui professores experientes  no mercado de trabalho das disciplinas que lecionam. O professor titular de Engenharia Elétrica da FESP, Carlos Alberto Göebel Pegollo, com vasta experiência em eletrônica industrial e Mestre em engenharia eletrônica e computação pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), explica com sua experiência como aluno e professor, a importância de se ter aula com professores experientes na área:
“Eu não tinha professor ‘mestre’ ou ‘doutor’, nós não dávamos a mínima pra isso, ninguém perguntava ao professor sobre sua pós-graduação. O que era legal, o que a gente curtia era quando um professor entrava na sala e dizia ‘sou o professor de máquinas elétricas e tenho 30 anos de projetos de máquinas elétricas na VEG, 20 anos de projetos, etc”. Daí nós pensávamos: “Esse é um Deus, esse é O cara”. Eu nunca vi um professor chegar e falar assim: ‘tenho mestrado em eletrônica industrial, doutorado em máquinas, etc’. Para a gente, na época, doutor era médico. Eu lembro do professor Anatol, um cara fantástico que dava aula de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, uma das matérias mais legais que eu tive e que depois também dei aula dessa matéria. Ele chegou para a gente e disse assim: “eu participei dos projetos de linha de transmissão que vai de tal lugar a tal lugar...” E a gente comentou: “Nossa!! Tudo aquilo que a gente vê na estrada foi feito por ele!” Então, é isso que a gente gostava de saber, é isso que o aluno queria de um professor.”
Na Faculdade de Engenharia São Paulo, além de todos os professores possuírem pós-graduação, possuem vasta experiência nas disciplinas que lecionam, fazendo da FESP uma faculdade de engenharia com tradição na qualidade de ensino, porque prepara seus alunos para o mercado com quem mais entende do assunto na prática. Por essa razão, os alunos e formados pela FESP são os engenheiros provenientes de faculdade particular mais procurados pelas empresas.
“...tem cara que se forma e que nunca trabalhou de engenheiro, porque ele entra direto no programa de mestrado. Com dois anos e meio ele é mestre, depois entra direto num programa de doutorado., faz 3 anos e se torna doutor. O cara com 26 anos é doutor em máquinas elétricas e nunca viu um motor desmontado. Ele sabe deduzir umas equações do canto girante com uma modificação que ele inventou, mas ele nunca viu um motor. Na minha opinião, o mestrado e doutorado são maravilhosos na física, na matemática, que não são matérias que se pode aplicar na prática, mas, a minha ideia é a seguinte: seria proibido alguém fazer mestrado em engenharia sem provar pelo menos em carteira de trabalho 3 anos de  trabalho na área e proibido fazer doutorado sem provar no mínimo 5 anos de trabalho na área. Porque é um absurdo o que está se formando hoje de mestres e doutores que nunca viram o objeto de estudo deles. É vazio! Porque tudo o que eu aprendi e falo hoje em sala de aula foi no trabalho. O ideal é quando o professor chega para o aluno e diz: “eu sou o professor de engenharia civil que fez a barragem do rio tal, projetei a barragem do rio tal, etc”. Esse é O cara! Enquanto isso, tem muitos professores de  engenharia civil, que fazem um doutorado em uma coisa e mal sabem misturar um concreto direito.”
Enquanto nos países desenvolvidos todos os estudos de mestrado e doutorado são atrelados ao mercado de trabalho, no Brasil, não existe essa exigência, o que faz com que muitas faculdades possuam em seu corpo docente professores inexperientes no mercado, dotados apenas de títulos de “mestres” ou “doutores”, conforme é exigido pelo Ministério da Educação (MEC).
Na FESP todos os professores possuem vasta experiência no mercado, sendo que muitos, continuam atuantes na carreira profissional, além, é claro, de sempre se atualizarem através da continuidade de  seus estudos acadêmicos.
 
FESP

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